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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Rinna Santana: Slow Europe - divulgue esta idéia!

Rinna Santana: Slow Europe - divulgue esta idéia!

Slow Europe - divulgue esta idéia!

Viver o HOJE!


Assim como a maioria dos brasileiros fui liberada terça-feira para assistir o jogo do Brasil. Pena que nem todos tiveram a mesma sorte ou privilégio (como preferirem chamar), e sem a piedade dos chefes foram obrigados a voltar ao batente logo após a partida. Alguns nem sequer saíram do trabalho. Outros trabalharam apenas de 8h às 11h. Coincidentemente, no mesmo dia, recebi de uma amiga um email sobre um movimento chamado Slow Europe, uma extensão de um outro antigo movimento, o Slow Food, com sede na Itália. Ambos têm como ideologia dizer "não à pressa" indo na contramão dos princípios americanos "time is money" ,"do it now" e tudo o que eles representam.
Segundo a Slow Food International Association as pessoas devem apreciar suas refeições como momentos importantes do dia. Isto é, comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo seja no convívio com a família, sozinho ou com os amigos. A idéia, claro, é se contrapor ao espírito do "fast food" cada vez mais difundido em todo o mundo. No caso do Slow Europe a proposta é a mesma, porém tendo como foco a qualidade de vida do trabalhador. O argumento é claro: o número de horas trabalhadas não é diretamente proporcional à produtividade do empregado/empresa. Prova disso, segundo a revista Business Week, é que embora na França a carga horária seja menor (35 horas semanais) os franceses apresentam uma produtividade maior que americanos e ingleses. O mesmo constatou-se na Alemanha onde a carga máxima foi reduzida para 28, 8 horas semanais, obtendo-se um aumento de 20% na produtividade de seus empregados.
Dados como esses confirmam que trabalhar sem pressa e em menor tempo não significa fazer ou produzir menos, e sim com mais tranqüilidade, vontade e perfeição. De que adianta um empregado cansado, estressado e sem tempo livre para relaxar e viver? A “sanidade” humana também depende de outros estímulos além da obrigação.
Neste caso, o Slow Europe significa muito mais que a simples redução da carga horária. “Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do local presente e concreto em contraposição ao global (indefinido e anônimo). Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais leve e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos, felizes, fazem com prazer o que sabem fazer de melhor” (Wagner Algonizo, autor do email).
É difícil pensar desta forma quando diariamente somos obrigados a acreditar que o sucesso profissional é sinônimo de escravidão. Para ser bem-sucedido é preciso viver o trabalho, respirar o trabalho. Só assim a pessoa é vista como o empregado ideal. O que poucos conseguem ver é que o bom profissional é aquele que cumpre seus deveres, mas também tem outros interesses e vontades. Não é o que sabe apenas o que lhe é de ofício, pelo contrário, é o que consegue olhar em volta, aplicando os saberes “mundanos” na sua profissão. Já que não somos máquinas, caráter e personalidade também fazem parte do currículo. Tudo o que se aprende em casa, com a família, os amigos, nas conversas de botequim e viagens, são importantes para o homem-empregado. Pois se este é infeliz fora do trabalho será mais ainda enquanto estiver nele.
Por isso, fico extremamente esperançosa em saber que existem pessoas em prol desta corrente e que o Slow Europe cresce a cada dia, a ponto de incomodar os americanos mais céticos. Quem sabe ele chegue aqui e faça com que os chefes brasileiros revejam seus conceitos e criem novas regras para investir na “qualidade do ser” ao invés de pensar apenas na “quantidade do ter”. Tenho certeza que qualquer empregado ficará muito mais satisfeito e orgulhoso se perceber que a empresa onde trabalha se preocupa com seu bem-estar dentro e fora dela. E quem sabe, na próxima copa, eles deixem os pobres subalternos assistirem os jogos sem preocupação. Afinal, só acontece de quatro em quatro anos. Tempo suficiente para recuperar qualquer trabalho perdido.

posted by Fernanda Lacombe @ 12:27 PM

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Negociador Referência

10 passos essencias para se tornar o negociador referência

Arte de negociar? Dom para os negócios? Especialistas em vendas relatam que não basta apenas isso para ser bom, é preciso muito treino e preparação. Confira 10 passos para desenvolver suas habilidades de negociador


Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com



Conseguir aquela venda tão esperada, conquitar o acordo dos sonhos para a empresa ou selar o contrato que vai aumentar os lucros do negócio. Ser o "cara" para as negociações, ou ter um profissional na equipe capaz de produzir esse efeito, pode ser o diferencial entre empresas vencedoras e aquelas que não conseguem crescer.

Muitos consideram que negociar é um "dom", ou seja, a pessoa já nasce com facilidade de concliar um acordo entre dois lados. E realmente existem pessoas que demonstrarm tem um talento natural para essa atividade. Através da comunicação, persuasão e racionalidade conseguem sair de uma sala de reunião com um contrato selado. Mas será que para ser um bom negociador é preciso obrigatoriamente nascer com esse "dom"?

De acordo com uma recente pesquisa britânica, quem cosidera que negociar é apenas um privilégio para poucos está enganado. As instituições inglesas - International Association for Contract and Commercial Management e o Huthwaite International - realizaram um estudo para mapear os atributos do negociador de sucesso. Através da análise de 124 negociadores de empresas e instituições, o estudo concluiu que a negociação é uma atividade que requer capacitação e aprendizado ao longo da vida.

"Todos nós nascemos com características que podem ser exploradas. Geralmente, uma pessoa fechada e tímida não se torna uma boa negociadora. Já uma pessoa extrovertida possui, naturalmente, maior vantagem em uma negociação se ela for a parte vendedora. A escola da vida contribui muito, sem dúvidas. Mas existem técnicas e conceitos que podem e devem ser lapidados em treinamentos específicos", declara Diego Maia, presidente e instrutor do Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas (CDPV).

Para o especialista em negociação e autor do bestseller A azeitona da empada - Negociação em Vendas, Carlos Alberto Carvalho, até mesmo aqueles que possuem essa habilidade natural devem se aprimorar. "O talento, por si, não é suficiente. Ele deve ser aprimorado por meio do desenvolvimento das competências pessoais e, nisso, refiro-me à qualificação de atributos relacionados ao conhecimento, à habilidade e à atitude. Combinando talento natural com esses atributos chegamos à construção dos nossos pontos fortes, fator primordial para o sucesso em qualquer atividade".


O que é preciso para ser um bom negociar?

Para obter uma negociação satisfatória é fundamental saber ouvir o outro lado e entender as suas expectativas. Perceber a negociação como um processo que pretende atingir um acordo entre duas partes é o procedimento ideal para compreender os sucessos e fracassos que ocorrem em sua realização.

O especialista Diego Maia revela que não existe um perfil ideal para esse profssional negociador. "Qualquer pessoa, de qualquer profissão, se quiser, pode se tornar em uma super-negociadora. Para tanto, ele precisar estár sempre bem informado e antenado. 'Devorar' jornais, revistas e portais de internet em busca de conteúdo. Deve conhecer pessoas, fazer cursos e participar de palestras mesmo que não tenham ligação direta com seu trabalho. Seu lema deve ser: 'conhecimento não ocupa espaço'."

Em algumas negociações, alguns conflitos e divergências entre as partes parecem trancar as negociações. Carlos Alberto Carvalho relata que em negociações difíceis é recomentável duas coisas. "A primeira é saber valorizar o interlocutor, evitando que a sua voz interior atue como elemento refratário ao sim; a segunda é sempre iniciar uma negociação dispondo de alternativas viáveis para a melhor solução possível de ser negociada".


Passos essenciais

Não existe um modelo básico de negociação, mas um conjunto de habilidades e técnicas que tornam a pessoa um bom negociador. O especialista Diego Maia relata 10 passos importantes nesse processo de se tornar um negociador referência. Confira:

1. Tenha o tempo a seu favor; ou melhor, não tenha pressa;

2. Não seja um "vendedor Faustão": nunca interrompa raciocínios;

3. Faça o outro falar mais do que você;

4. Use sempre "nós"; nunca "eu";

5. Nunca supervalorize a si mesmo, nem ao outro;

6. Se o local não for o adequado, não negocie, apenas converse;

7. Tenha percepção ativa registrando reações fisionômicas e físicas;

8. Olhe nos olhos;

9. Concorde com superficialidades;

10. Troque concessões; não seja o único a conceder;

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Qual o comportamento de um vencedor?

Todos nós podemos criar voluntariamente estes estados internos, transformar atitudes, treinar novas formas de pensar, de sentir, inovar a nossa maneira de agir, fortalecer uma mentalidade vencedora mesmo nas atividades quotidianas

Por Eduardo Shinyashiki, www.administradores.com.br


A Copa do Mundo passou, e logo os campeonatos pelo Brasil e pelo mundo voltaram a acontecer. Como amante do esporte, continuo acompanhando as disputas e torcendo com emoção. O esporte moldou profundamente a minha vida e carreira, e foi base para a minha atual profissão de consultor de desenvolvimento humano e organizacional.

A partir do esporte confirmei de fato que todos nós podemos ter um alto desempenho na nossa vida, conseguir um estado interno motivado, nos manter focados nos objetivos e obter um equilíbrio que contribui para um rendimento ideal.

Tive a sorte de conhecer vários treinadores de futebol, e também um preparador psicológico, grande ser humano em quem até hoje eu me inspiro, aprendo e agradeço. Várias foram as lições que aprendi com esses profissionais, e algumas merecem destaque:

 As pessoas com alto rendimento reconhecem e trabalham para atingir equilíbrio entre os aspectos físico, mental, emocional e espiritual do ser humano, como um recurso essencial para criar uma vida pessoal e profissional de sucesso. Alinhar as intenções com as ações, as emoções com os comportamentos, reconhecendo o elemento espiritual presente em cada um de nos, leva a sabedoria da alma, a realização dos resultados e a prosperidade.

 Aqueles que buscam tal equilíbrio sabem alcançar um estado interno no qual se atinge uma concentração intensa e automática, criando uma sensação interna de confiança e motivação. Por meio da concentração, da meditação, da auto-reflexão, pode-se atingir um nível de autoconsciência que possibilita controlar e direcionar os pensamentos.

 Os focados em realizar reconhecem o poder da atenção. Usam a concentração focada como instrumento para direcionar a mente nos objetivos e intentos importantes naquele momento, sem se distrair e agir de forma improdutiva.

 Muitos utilizam a exercitação mental para treinar internamente uma atitude, comportamento ou performance. Educam a mente a imaginar e visualizar como eles querem ser e agir para fortalecer a experiência real quando precisar daquela ação e desempenho. Estão mais preparados porque "aqueceram" os circuitos neurais do cérebro e criaram uma mentalidade vencedora.

 Concentrados no presente, estão constantemente aprendendo com o passado e tendo a visão do futuro. Seguem focados naquilo que está ao seu alcance, como a sua preparação, formação, treinamento e conhecimento dos concorrentes.

 As pessoas focadas em vencer cultivam as qualidades de tenacidade, persistência, determinação e trabalham em prol de um objetivo comum, expandindo a capacidade de superar os obstáculos e de não sucumbir às dificuldades. Não bastam os dons naturais, os talentos e potenciais se não forem aperfeiçoados, direcionados e colocados a serviço de um objetivo.

 Elas observam também as características de cada integrante da própria equipe para melhor trabalhar em grupo, cooperar e conseguir o melhor resultado.

Todos nós podemos criar voluntariamente estes estados internos, transformar atitudes, treinar novas formas de pensar, de sentir, inovar a nossa maneira de agir, fortalecer uma mentalidade vencedora mesmo nas atividades quotidianas. Podemos utilizar e colocar em prática todo o nosso imensurável potencial, redirecionar o nosso foco, as nossas escolhas, e abrir a nossa mente e o nosso coração para as ricas possibilidades que a vida oferece.

Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor e Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor do livro "Viva como Você Quer Viver" e " A Vida é um Milagre" - Editora Gente; disponíveis também em Audiolivro pela Editora Nossa Cultura. www.edushin.com.br


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

QUEM NÃO LÊ, NÃO ESCREVE

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância


Por Márcia Luz, www.administradores.com.br


Nós brasileiros, não possuímos o hábito da leitura. Não vou entrar aqui no mérito da questão de porque não se lê, incluindo altos índices de analfabetismo, mas a questão é que entre os alfabetizados o prazer de ler parece não ser um traço presente em nossa cultura.

Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

Quando questiono meus alunos, todos gestores, a maioria de alto escalão de grandes empresas, quantos livros lêem por ano, não é raro obter como resposta a informação de que o último livro que leram faz mais de 10 anos, provavelmente na época da Faculdade, porque não foi possível se livrar da tarefa.

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque tive a sorte de ter tido pais espetaculares, que embora possuíssem baixa escolaridade, compreendiam que precisavam construir um mundo diferente para mim, onde o saber seria sempre muito bem vindo. Desde que eu tinha meses de vida meu pai me colocava no colo para ler historinhas infantis, muitas vezes gibis da Mônica e Cebolinha, o que me fez crescer achando a leitura uma saborosa aventura. Lembro de minha mãe, quando eu possuía cinco anos de idade, brincando de escolinha comigo. Ela se dava ao trabalho de sentar minhas bonecas em cadeiras ao meu lado, em volta da mesa, todas com cadernos e canetas, para aprender a ler e escrever. Como conseqüência, adoro ler e estudar, e faço isso inclusive como lazer. Nas minhas férias escolho livros que não sejam técnicos: romances, livros de ficção, pouco importa. Sei que não terão utilidade profissional, mas naquele momento só quero relaxar e me distrair. E quando estou muito estressada e quero dar um tempo na loucura do dia a dia, recorro aos meus velhos gibis do Maurício de Souza, agora na versão "mangá", contando as aventuras da Mônica Jovem (e eu que pensei que ela jamais beijaria na boca!).

E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado "Quem não lê, não escreve", onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sempre trata de assuntos que serão úteis para suas vidas, e não mais um livro daquela lista interminável que terão que dar conta durante a faculdade por pura obrigação, fiquei fascinada! Percebi o embrião que estava sendo implantado nas mentes e corações dos alunos, mostrando a eles o quanto um livro pode abrir caminhos, oferecer novas possibilidades e auxiliar na construção do pensamento.

O que o projeto faz, de maneira criativa e envolvente, é dar conta de cumprir o verdadeiro papel das instituições de ensino, que é ensinar a pensar e oferecer o gosto pela leitura como ferramenta para que o aluno se prepare para o mercado de trabalho. Mais importante do que repassar conhecimentos é ensinar a refletir criticamente sobre as inúmeras verdades e instalar o espírito curioso, mostrando onde o conhecimento já construído está disponível. O restante, o aluno fará por conta própria, inclusive observando o mundo que o cerca e transformando-o a partir da formulação de novos conhecimentos.

E você, o que tem feito para disseminar o hábito de leitura em sua casa e ambiente de trabalho? Acredito que o melhor caminho é influenciar pelo exemplo. Então, corra! Escolha um bom livro e comece hoje!

Márcia Luz - Sócia presidente da Plenitude Soluções Empresarias; psicóloga, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, especializada em Gestalt Terapia, mestre em Engenharia de Produção.


sábado, 31 de julho de 2010

A importância do Seguro de Vida

A única certeza que temos durante a vida é a de que um dia vamos morrer. Entretanto vivemos como se somente o “outro” fosse suscetível de óbito. Batemos na madeira quando o assunto é morte. Mas, não obstante a vida atribulada em que vivemos, às vezes paramos para pensar no futuro e surgem reais preocupações com as pessoas que mais amamos – esposa, marido e filhos - a nossa família. Quando formos embora eles ficarão bem? Eles terão recursos para dar continuidade à vida digna que têm na nossa companhia, com o fruto do fluxo orçamentário atual? Como ficarão todos quanto à saúde, educação, lazer, vida social?

A solução para conquistarmos tranqüilidade quanto a este aspecto, para vivermos em paz em relação à economia familiar na nossa ausência é a realização de um seguro de vida bem feito, adequado ao padrão no qual vivemos e que pretendemos que a nossa família continue usufruindo.

Quando entrevistamos nossos “prospects”, clientes e amigos, ouvimos muitos dizerem que deixam para fazer seguro de vida mais tarde, para quando ficarem mais velhos. Dois equívocos: a) a morte não avisa, poderemos viver muitos anos ou não; b) quem mais precisa de seguro de vida é o jovem, especialmente com família, que investe na compra de bens de toda a natureza cujos pagamentos precisam ser efetuados sob pena de frustração de sonhos. O mais idoso tem a sua missão cumprida com seus filhos criados e com profissões definidas.

Para fazer um paralelo com um povo de ótima qualidade de vida citamos a arrecadação de seguro de vida americana que é 50 vezes maior que a nossa com uma população aproximadamente 60% maior. A participação no PIB americano, medido em trilhões de dólares, gira em torno de 6,5% e no nosso PIB, em bilhões, fica ao redor de 2%. Ainda assim este cenário vem melhorando com a entrada de uma massa maior neste mundo de prevenção contra o infortúnio da perda do fluxo orçamentário familiar, nos dois últimos períodos: 2005-2006 e 2006-2007 a arrecadação brasileira cresceu 24% em cada um, demonstrando que o brasileiro está acordando para se igualar pouco a pouco com o consumidor previdente do primeiro mundo.

*Auri Rodrigues

Vídeo sobre o Mercado de Seguros - FUNENSEG

segunda-feira, 12 de julho de 2010

MERCADO DE SEGUROS ATRAI MULHERES

Qualidades como paciência, cuidados e maior atenção deixam mulheres mais eficientes na venda de seguros

Em todas as áreas do mercado de trabalho as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço e credibilidade. Apesar disso, nem sempre elas conseguem obter o retorno financeiro e o reconhecimento que gostariam. Mas, uma área específica, a de seguros, pode ser um bom negócio por exigir características específicas da personalidade feminina na hora de negociar ou de demonstrar segurança e credibilidade.

Por muito tempo a profissão de corretor de seguros foi dominada por homens, principalmente pelas características da profissão, como viagens frequentes e visitas a potenciais clientes em horários adversos. Este tipo de abordagem era incompatível com a rotina de muitas mulheres, que tinham de conciliar o trabalho com a atenção aos filhos, à casa e ao marido.

Embora a mulher ainda seja responsável por acumular funções profissionais com pessoais, o perfil do mercado mudou e ficou mais fácil administrar tudo. Na seguradora Previsul, 8% dos corretores da empresa são mulheres. Segundo Andréia Araújo, gerente regional Sul da empresa, ano a ano esse percentual vem mudando. “A mulher percebeu que o setor é promissor. Por sua própria personalidade, a mulher inspira grande credibilidade na empresa e no produto que comercializa e tem uma imagem de proteção que é fundamental para o nosso ramo”, explica.

Andréia conta que o setor também atrai as mulheres pela possibilidade de crescer na carreira. Só no interior do Rio Grande do Sul, estado berço da companhia, todas as suas gerentes regionais são mulheres. “A Previsul valoriza as profissionais que são dedicadas e que trazem bons resultados, como é política de grande parte das empresas. Mas, pela própria característica do mercado segurador, este resultado aparece rapidamente e fica fácil detectar quem se empenha de verdade”, explica ela.
De acordo com Carine Lima, corretora em Porto Alegre,que atua diretamente com a Previsul com sua empresa Lotuscor Corretora de Seguros ainda existe um certo machismo na profissão, mas que está rapidamente mudando. Ela atua no setor há 13 anos e aponta, entre as vantagens da profissão a flexibilidade de horários e o instinto feminino, “ A mulher convence melhor e passa mais confiança ao cliente”, diz.

Encontro para formação

Para poder assumir esta função, também é preciso investir na formação profissional. O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) realiza periodicamente palestras de aperfeiçoamento para suas afiliadas. Um encontro estadual por ano é realizado para trazer palestrantes experientes que abordam o lado motivacional e incentivam os participantes a diversificar o contato com os clientes de forma criativa.

Recentemente foi realizado o 7º Encontro Estadual Feminino de Corretoras de Seguros, em Porto Alegre, que reuniu cerca de 400 participantes. A Previsul foi uma das patrocinadoras do evento e cerca de 20 profissionais da empresa participaram.

@Portal_Nacional

sábado, 10 de julho de 2010

Organizar para ter qualidade de vida

Qualidade de vida

Qualidade de vida

Pode reparar: muita gente se atrapalha quando tem de explicar o que é qualidade de vida. Deve ser porque pensa em conceitos complicados que não têm nada a ver com o que vivencia no trabalho.

Aí é que está o nó: qualidade de vida é um conceito muito mais próximo do dia-a-dia do que se imagina. Tem a ver com conciliar produtividade e realização profissional com realização pessoal e afetiva. E isso passa por aprender a gerenciar o lado prático da vida.

Como o trabalho está cada vez mais relacionado com produtividade; o que não se mede com o número de horas trabalhadas; precisamos nos concentrar na qualidade de tudo: das ideias, do ambiente organizacional, dos relacionamentos, da alimentação, da saúde. Qualidade de vida está relacionada com a realização profissional com realização pessoal e afetiva. E isso passa por aprender a gerenciar o lado prático da vida.

Aprender a gerenciar a qualidade de vida está longe de ser uma questão subjetiva. Na verdade, está relacionado com uma mudança de atitude mental. Significa entender que, você é o responsável por isso.

Estabeleça uma estratégia prática para ter qualidade de vida

Comece pelo mais simples:

- Identifique um hobby, algo que seja prazeroso para você, e reserve tempo para fazer o que gosta, assim terá qualidade de vida. Se você acorda cedo todos os dias para ir trabalhar, por que não consegue pular da cama quando tudo o que há pela frente é diversão?

- Escolha uma atividade física de que goste. As pessoas conhecem pouco sobre diferentes formas de se exercitar e acham que tudo é igual.

- Adote uma alimentação balanceada levando em conta suas vontades e sua estrutura corporal. Viver sob uma dieta muito restritiva vai deixá-lo ainda mais estressado e sem qualidade de vida.

- Lembre-se de que o estresse não é o fato em si, mas a percepção que você tem do que acontece. Por isso, mude suas reações. Aprenda técnicas de relaxamento, meditação e ioga para gerenciar seu estresse e ter qualidade de vida.

- Comece a encarar o tempo como o que você tem de mais precioso e aproveite-o bem.

- Viva o presente. Acho que um dos grandes problemas atuais é a LER mental (lesão por esforço repetitivo mental). Todo mundo conhece esta cena: a pessoa chega em casa com um problema que trouxe do trabalho. Por isso, não brinca com o filho, briga com a mulher ou o marido, não se alimenta direito e não consegue dormir. No outro dia, vai trabalhar e acha que vai ser capaz de resolver o tal problema.

- Não importa o quanto você ganha, a prioridade é estabelecer metas para o destino que será dado a seu dinheiro.

- Invista em espiritualidade. Não precisa ser necessariamente uma religião, mas uma crença, algo que dê mais significado à sua vida.

Não é preciso viver estressado para ter sucesso na carreira. Também não é necessário viver longe da família ou ficar anos sem tirar férias. É exatamente o contrário. Sabe aquela história de que felicidade tem tudo a ver com sucesso? É isso aí! Então, mãos à obra.

Qualidade de vida já!


Qualidade de vida

Ricardo Nakai
Diretor de Marketing e professor do MBA da Faculdade ESAMC São Paulo.
Consultor Organizacional.
Trabalha com coaching para executivos e empresas.
Ricardo.nakai@esamc.br

Qualidade de vida

"Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtém energia para crescer. Os perdedores dizem: "Isso não é para nós". Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo." (Anônimo)


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Seguro de vida

Para refletir

Coisas do amor...


Que essa linda História sirva de exemplo para meditarmos sobre a vida...

Um menino tinha uma cicatriz no rosto e as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado; na realidade, quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido a cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio.

O professor levou o caso à diretoria do colégio

diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula e o primeiro a sair. Desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhasse para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria; sabia que os alunos não olhariam mais para trás.

Levada ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:


Que ele comparecesse na frente dos alunos em sala de aula para dizer o porquê daquela CICATRIZ.

turma concordou e, no dia, o menino entrou em sala, dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

-Sabe, turma, eu entendo vocês; na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa passava roupa para fora; eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...

A turma estava em silencio atenta a tudo. O menino continuou:

Além de mim, havia mais 3 irmãozinhos: um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala. ...

Foi aí que, não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira, começou a pegar fogo; minha mãe correu até o quarto em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça e as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente....

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chama as pessoas que estavam ali não a deixaram buscar minha irmãzinha. Eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha esta lá dentro!

Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi...

Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam, eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava.

Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...

Neste momento, vi caindo alguma coisa; então me joguei em cima dela para protegê-la e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada; então o menino continuou:

Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha, beija porque sabe que é marca de AMOR
.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.

Não falo da CICATRIZ visível, mas da cicatriz que não se vê, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.


Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES...

Essas também são marcas de AMOR.

JESUS te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e pra Ele você é a pessoa mais importante deste mundo.

Que Deus nos abençoe!!


Desconheço o autor.

Saúde e qualidade de vida